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Praias Selvagens - Como ir, curtir e fugir de uma inesperada chuva?

October 27, 2017

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Praias Selvagens - Como ir, curtir e fugir de uma inesperada chuva?

October 27, 2017

Dica número 1: não vá comigo. Ajuda a evitar um pé-d'água.

Há uns 3 meses atrás, fiz um circuito pela Barra de Guaratiba com alguns amigos passando por Pedra do Telégrafo, Pedra da Tartaruga, Praia do Perigoso e Restinga de Marambaia. O fato curioso desse dia foi o tempo: 

 

 

Não, você não entendeu errado. Entre Pedra do Telégrafo e Marambaia, fomos explorar as praias, e nesse meio tempo, o céu ficou cinza. Se isso não é pessoal entre Mãe Natureza e minha pessoa, nem sei o que é, mas enfim...

 

Lá fui eu nesta bela manhã de quinta-feira (26/10) realizar meu sonho trilheiro de atravessar as praias selvagens (Praia do Inferno, Fundo, Meio, Perigoso e Búzios) e terminar esse rolezão bonito no topo da Pedra da Tartaruga.

 

Nem preciso dizer qual contra-tempo me impediu, não é mesmo? Mas vamos à trilha.

 

Começamos nossa aventura adentrando o trecho Grumari x Grota Funda da trilha Transcarioca em direção à Praia do Inferno como primeiro ponto de parada. Confesso que o caminho parecia ser mais rapidinho na minha cabeça, pelo simples fato de eu ter ido desinformado, então aí vai a dica número 2: saiba para onde você está indo. Nesse caso aqui, cê vai andar e não vai ser pouco. Mas vale a pena.

 

Logo no primeiro destino, demos de cara com pedras imensas indo ao encontro do mar e um coisinho discreto, porém muito lindo, construído por esses dois elementos: a pedra da Lua.

 

Seria mais bonito ainda se tivéssemos maturidade:

 

Perceberam nas fotos acima a corzínea do céu? Pois é. Mas já já voltamos a isso.

 

Após o momento de discontração, falamos um pouco sobre a história do local, e nosso novo parceiro Henrique, que está trazendo para nossa equipe o projeto Tapéporã - Outdoor Life Stile, trouxe entre algumas curiosidades o rumor de que Leonel Brizola costumava ir até o local para refletir sobre suas questões pessoais e profissionais.

 

Brizola ia de Helicóptero.

Brizola era um cara esperto.

 

Continuamos nossa travessia e descemos as pedras até a Praia do Fundo. Até certo trecho, me deparei com um visual totalmente natural e especial. Seria perfeito se não fosse pela grande quantidade de garrafas pet próximas à vagetação. Tinha até uma cabeça de boneca cravada numa estaca de madeira. Eu juro. Deus me dibre. Infelizmente, o ser humano às vezes estraga grandes obras da natureza, e é nosso papel amenizar esse estrago, então lá vai a dica número 3: levem sacos, biodegradáveis de preferência, e catem esse lixo. Sempre há uma maneira de ajudar nosso paraíso a se preservar.

 

Estávamos subindo a trilha em direção à Praia do Meio, e o visual já me matava de tanta beleza ao ver o fundo ali do alto, mas na hora de passar para o outro lado, a Mãe Natureza pensou "ah, ele gosta tanto daqui, por que não obrigar o menino Thomás a vir uma terceira vez?" e sem muita cerimônia (ou previsão, já que tudo indicava sol para quinta-feira), a chuva chegou, jogando minhas esperanças de completar o tour das Praias Selvagens para outro dia. E adivinha o que aconteceu assim que chegamos no ponto de partida? O tempo abriu, claro que ele abriu. A mãe Natureza também tem senso de humor, não é mesmo?

 

Conclusão: Já estive no topo, no fundo e fui até o inferno, mas o maldito meio tá difícil.

 

Ah, já ia me esquecendo! Dica número 4: se um dia, no meio de uma trilha, você der a sorte de ser surpreendido por uma chuva sem raios  e com uma boa equipe de guias te acompanhando, não fuja! Tente relaxar e curtir o momento da volta. Sinta a neblina e olhe ao redor: você literalmente está nas núvens.

 

Dá uma olhada em como foi: